Adventure Log 30: A morte azul... Partidas e chegadas.
Apesar de desferirem inúmeros golpes contra o dragão, ele não dava nem sinais de estar ferido, assim Vinglit opta pela cautela e se usa um de seus itens mágicos deixando o grande réptil "Restrained".
Sua manobra, no entanto foi o suficiente para que K´rak partisse em carga sob a criatura desferindo 15 golpes poderosos, finalmente ferindo a criatura. A dor e a emniência da morte no entanto, deixaram o dragão ainda mais nervoso, e esse usou de sua baforada para derrubar o próprio Vryloka, Ansis e Gauldur, partindo em seguida contra Meddrash e quase o derrubando tmb.
Nesse momento Turenor aparece e com 2 golpes monumentais fere gravemente o dragão, e na sequência mesmo muito ferido o Dragonborn consegue matá-lo cortando profundamente a garganta da criatura, que morre liberando uma grande carga elétrica, deixando seu executor entre a vida e a morte.
Os momentos seguintes foram dramáticos, e Bogardan, Vinglit e Turenor, corriam contra o tempo para salvar as vidas de seus companheiros de batalha. Felizmente nenhum deles pereceu.
Acabada a batalha o grupo se encontra com Úgrok que junto com os remanescentes da guarda haviam expulsado o outro Dragão da cidade. As providências já haviam sido tomadas para tratar dos feridos, cuidar dos mortos e reconstruir os prédios danificados.
Tudo parecia bem quando subitamente Ansis cai doente, incapaz de se erguer com as próprias forças, e o grupo resolve retornar à Catedral da Última Passagem.
Lá chegando os clérigos começam a preparar ervas e fazer orações, que não surtem efeito algum.
De repente, um alvoroço no salão de entrada da Catedral atrai a atenção dos heróis. Retornando do covil dos mortos-vivos, os Voarbane e os 4 clérigos de Kelemvor traziam em seus braços Olester, um mago humano vitimado por alguma doença.
O mago começa a recuperar suas forças no momento em que entra na Catedral, e o mesmo acontece com Ansis. Não demorou muito para que o grupo percebesse haver uma conexão entre os dois.
Os heróis levam Olester para um local reservado e como o mesmo era um membro dos "Protetores", algumas reservas foram vencidas e o mago (ainda que inicialmente relutante) começou a contar o que ocorrera a ele durante a exploração do covil dos mortos vivos.
Aparentemente o conjurador estava investigando um portal selado quando foi teleportado para uma outra dimensão, onde tudo o que via era escuridão. Lá pode sentir uma presença que tentava insistentemente ler sua mente.
Como fora treinado para se defende disso, Olester conseguiu proteger sua mente, durante várias horas, até que exausto, enfim cedeu... Mas enquanto a presença lia sua mente, ele teve acesso aos pensamentos de seu oponente...
A presença era uma entidade morto-viva, de grande poder que buscava um Deva para a conclusão do ritual de criação da Godslayer.
Assim que o morto-vivo terminou de ler sua mente, uma proto-pena da asa de um Deva surgiu diante do mago, que teve parte de sua essência retirada e unida à primeira.
Olester foi então teleportado de volta às minas, mas no último instante ainda na dimensão escura pode ouvir um pedido de socorro de Naeron que diz estar sendo mantido prisioneiro na escuridão por um Arch-lich.
Dayreth chega à conclusão de que as essências do mago humano e de Ansis foram unidas e que ao se afastarem voltarão a ficar doentes. Além disso, o eladrim acredita que o corpo de Olester tenha sido levado à Caverna dos Sonhos e que apenas sua projeção esteja aqui.
O grupo então se preparava para descansar quando Turenor cai em um estado de coma, e nenhuma tentativa de seus companheiros serviu para ajudá-lo ou descobrir o que havia ocorrido. O Avenger é levado para seu quarto e os heróis se revezam na vigília do mesmo.
De madrugada um grande barulho é ouvido no quarto de K´rak, e quando se dirigem para lá, os heróis encontram apenas um urso de madeira com uma cicatriz sobre o olho esquerdo. As tentativas de encontrar pistas sobre o paradeiro do espadachim foram infrutíferas.
E como se isso não fosse suficiente, ao abrirem o quarto de Turenor, seu corpo e seus itens haviam desaparecido.
Através de rituais descobriu-se que K´rak saiu da Catedral por vontade própria em companhia de Andanagon, e que Turenor havia feito um ritual de teleporte orando para Shar, a deusa da escuridão.
Mesmo diante de tantos acontecimentos o grupo comparece (2 dias depois) ao Conselho dos Lordes, no qual se reúnem com Lorde Dorn (comércio), Lorde Rash (guarda) e Lady Flaendrynn (magia), bem como com a Regente Ceren Starflash (devota de Tymora).
A Regente, uma tiefling, faz ao grupo a proposta de conceder aos mesmos um título de nobreza a fim de que os mesmos pudessem (de acordo com as leis locais), receber 1/3 do valor extraído das minas.
Para tanto, o grupo receberia o castelo do lago, que deveria ser reconstruído, bem como os terrenos adjacentes. Assim os heróis se tornariam senhores de um feudo, ficando a seu cargo a administração do mesmo, desde que as pessoas que decidissem se mudar para lá fossem tratadas de forma justa.
Depois de deliberarem, os heróis acabam aceitando a proposta.
A Regente então pede que o grupo espere mais 5 dias na cidade, para que uma cerimônia de aclamação pública fosse organizada, a fim de que os heróis recebessem o título de nobreza diante da população.
Os cinco dias passaram depressa com a organização do "castelo" e o grupo participa da Cerimônia, sendo ovacionado pela população de Portão Ocidental, que estava agradecida por terem sido salvos do Dragão. Os Lordes entregam então o título de nobreza, e comunicam que o castelo do lago será reconstruído para ser a Fortaleza de Harok Gurkan.
Durante a cerimônia Urias chega acompanhado de Sneflin (o gnomo engenheiro), dos 13 anões pedreiros e de um anão que se chama Dhuvrin, e esse pede para falar a sós com o grupo.
Dhuvrin, diz ter se juntado aos Protetores em Minastra, sob orientação do próprio rei, e depois disso foi levado à Caverna dos Sonhos, já que Kerav (mestre de Dayreth) acreditava ser necessário um anão da mesma sub-raça de Thorin para alcança-lo.
Dhuvrin conta então a história de UDURUS a grande fortaleza anã, que caiu em desgraça depois que o rei Soren amaldiçoou Moradin.
O anão então tenta recuperar a fortaleza e resgatar as bençãos de Moradin sobre seu povo, recebendo uma visão do deus anão, de que o primeiro passo seria remover o exílio de Thorin, expulso por Soren, por venerar Tyr um deus humano.
Dhuvrin então se une ao grupo na busca pelo anão clérigo de Tyr.
Úgrok então assume a administração das obras do castelo, ao lado de Urias, e tendo por engenheiro Sneflin, o talentoso. Alguns contatos breves com Minastra e com os aldeões da Floresta dos Anciãos, garantiram a vinda de carpinteiro e madeiras raras. Os anões de Ardurok levantaram a possibilidade de um comércio de minério, enquanto os gigantes da região selaram um acordo de paz com o grupo, e manifestam interesse em comercializar pedras e mármore. Os paladinos de Elturel por sua vez oferecem ajuda militar.
Alguns humanos e halflings se alistam para cultivar as terras férteis próximas ao castelo, e um grupo de Goliaths criadores de rebanhos também estreitam relações.
Enfim, as ruínas do castelo começam a ganhar vida, antes mesmo da primeira pedra ser recolocada...
O grupo no entanto não pode ficar para acompanhar as obras e dois dias após a cerimônia já estava em uma fragata (cedida pelos Lordes), rumo a Harrowdale, e dali a Myth Drannor...