Adventure Log 22 e 23: Da invasão dos Drow e da morte de Dayreth:
Alguns dias de paz e repouso foram a merecida recompensa para os aventureiros, que aproveitaram esse tempo para aprimorar alguns equipamentos e fazer algumas poções.
Logo a viagem a Myth Drannor é retomada, e o grupo parte em direção a Scournubel, cidade na qual pegam o navio cedido pelos Paladinos, e seguem para Iriaebor, com uma parada de algumas horas em Berdusk.
A partir de Iriaebor a jornada seria em terra firme, e mais uma vez aproveitam-se da gentileza dos paladinos que os presenteia com 2 carroças e 11 cavalos de guerra, em posse de Garamush, o mercador de cavalos.
Com suas novas montarias e transportes, o grupo parte para Proskur e de lá para Elversult. No caminho entre essas cidades, no entanto, o grupo se depara com um grupo de andarilhos (estranhos), que além de evitar contato, ainda ameaçam o Drow.
A passagem por Elversult foi rápida e o grupo seguiu logo para Teziir, por uma longa estrada, o que pelos cálculos de Dayreth daria 4 dias de viagem, e no meio do caminho chegaram à vila de Osbest.
Na pequena Vila de cerca de 500 habitantes, são surpreendidos por uma guarnição de Cormyr, já que um destacamento dos Dragões Púrpura, se instalou na cidade com o intuito de oferecer proteção. Os aventureiros foram então gentilmente convocados a se registrarem na guarda local, fornecendo nome, destino e habilidades.
O grupo então segue para a única estalagem nos arredores da cidade, onde decidem pernoitar, mal sabiam eles o que os aguardava...
Dayreth teve um Transe inquieto, sentindo um incômodo crescente, uma angústia, que não conseguia definir muito bem, e foi ele que viu Harus subitamente acordar e se dirigir para a janela.
O Avenger acordou a todos com um grito, a cidade estava em chamas...
Ao sairem de seus quartos, os aventureiros se depararam com invasores silenciosos na estalagem, e quando perceberam se tratar de Drow Elves, já estavam em meio a um combate feroz, que apesar de difícil, foi vencido pelo grupo.
Quase não houve tempo para recuperar as forças, já que um Dragão Púrpura, vindo pela trilha que levava à cidade, trouxe a notícia de que a cidade estava sob ataque e que uma espécie de ritual impedia os guardas de saírem de seu forte...
O grupo decide ajudar e sorrateiramente dirigem-se à cidade, até chegarem em uma posição privilegiada do Quartel dos soldados de Cormyr, cercado por uns poucos invasores.
Os aventureiros então começam a agir em duas frentes, uma tentado quebrar o ritual e outra tentando conter os invasores.
As forças do grupo estavam diminuindo rapidamente e Dayreth muito ferido fazia grande esforço para quebrar o ritual, até que o infortúnio caiu sobre ele. Primeiro sob a forma de um shurikein que o atirou inconsciente ao chão e depois por uma seta explosiva, que quase levou outros de seus companheiros.
Finalmente, depois de grande sacrifício, os aventureiros quebraram o ritual e os soldados finalmente puderam sair para engajar os Drow em combate.
Mas a noite estava longe de acabar, pois o Comandante Zenion, mais uma vez pediu ajuda para salvar a Igreja de Chauntea, onde um grande número de inocentes se escondia, para tanto deveriam ir por sobre os telhados, já que isso permitiria aos Dragões Púrpuras encontrar alguns Snipers escondidos, uma vez que a posição dos últimos seria revelada caso tentassem atacar o grupo.
Rapidamente, todos se dirigiram aos telhados e começaram a correr e saltar sobre os mesmos, debaixo de uma chuva de flechas (flechas? Isso mesmo, flechas. Vinglit, acha isso muito estranho, uma vez que os Drow não usam esse recurso normalmente...).
Após uma exaustiva corrida, os aventureiros finalmente se aproximaram da Igreja de Chauntea, e começaram a estudar o Modus Operandi dos elfos negros, percebendo rapidamente os planos de invasão. Sobre o telhado alguns Drow se preparava para invadir, liderados por uma Feiticeira, e assim, mais um combate teve início...
Os aventureiros rapidamente destruiram o acesso dos Drow que estavam lá embaixo, cortando cordas e destruindo escadas, enquanto lutavam contra um inimigo forte e preparado. Todavia, mais uma vez prevaleceu a força e capacidade do grupo, que derrotou os inimigos, dando tempo para os Dragões Púrpura chegarem e derrotarem os elfos negros que estavam no solo.
Após o combate; Ansis, Harus, K´rak e Vinglit, tiveram um momento de epifania, como se algo dentro deles tivesse quebrado e jamais pudesse ser consertado... como se tivessem chegado ao fim de algo muito importante... ou ao começo...
Contudo, ainda não era hora de descansar, refletir ou de chorar os mortos, já que resta descobrir de onde vieram os invasores...


