sábado, 17 de novembro de 2012
Adv Log 24 e 25 - Forgotten Realms
Adventure Log 24 e 25: A Decepção de Bogardan e a morte de Harus
Uma vez que as pessoas estavam a salvo, era necessário descobrir a passagem usada pelos Drow até a superfície, e usando-se de vários talentos o grupo consegue chegar a uma caverna natural.
Entrando por um longo corredor escuro o grupo desce em uma inclinação suave até chegar a um grande salão, no qual chama atenção uma zona de adensamento da escuridão sobre um buraco no centro do mesmo, bem como uma passagem na parede direita.
Olhando pela passagem o grupo vê um corpo de Umber Hulk recentemente morto, provavelmente de exaustão segundo análise de Ansis, bem como sinais de que aquele corredor fora recém construído. Quando se preparavam para tentar obstruir a passagem, um grito pavoroso é ouvido, proveniente do buraco.
Quem olhou para Vinglit nesse instante pode captar o vislumbre de pavor, rapidamente substituído pela placidez habitual, afinal emergindo da escuridão uma Drider partia em direção aos aventureiros, acompanhada por Drows montados em Bladespiders.
O grupo teve então que se dividir entre combater os elfos negros e colapsar o túnel, uma vez que atraídos pelo grito várias figuras surgiram do outro lado da passagem, com espadas e bestas em punho.
A divisão dos aventureiros tornou o combate mais difícil (para desespero de Harus), mas mais uma vez todos os inimigos foram derrotados e o corredor para Underdark derrubado.
Ao investigar o buraco, que tinha 6m de profundidade, o grupo encontrou vários itens (prontamente identificados por Dayreth), bem como 13 anões (em estado deplorável) e um gnomo. Eles eram escravos dos Drow, e atuavam respectivamente como pedreiros e engenheiro.
Gauldur acaba reencontrando Dautrok, um conterrâneo de Ardurok, desaparecido junto com seu irmão. O ex-escravo, diz não saber o paradeiro de Dalgur (irmão do Warlord), mas acredita que o mesmo esteja sendo obrigado a trabalhar para os elfos negros.
Os anões mostram também uma câmara oculta, na qual estavam corpos conservados (por ritual) de Orcs, com armas e armaduras. Os Drow devastavam vilas inteiras e deixavam para trás os cadáveres, para incriminar os primeiros, e aparentemente faziam isso a pelo menos 9 meses.
Dayreth, então invoca cavalos fantasmagóricos para ajudar os anões no retorno a vila de Osbest.
Uma vez de volta, a cena era de desolação. Perto da igreja, civis e Dragões Púrpura mortos eram colocados de maneira honrada, ao lado de uma pilha de corpos dos Drow. Zenion, o comandante da força de Cormyr, leva os agora HERÓIS (Paragon) a uma casa onde 10 corpos de elfos jaziam. Eles tinham o corpo e equipamentos pintados com uma tinta negra, e estavam atuando ao lado dos Drow.
Bogardan, reconhece pelo menos 2 deles como conterrâneos de Adalstar (seu reino natal), e sente na própria carne a dor de uma ferida, provocada pela mais profunda traição que um elfo jamais poderia conceber... a aliança com os Drow.
Após essas revelações contundentes, o grupo volta para estalagem e descansa, juntamente com os anões e o gnomo.
No outro dia, cada um faz o melhor que pode para ajudar na reorganização da vila, que perdeu em uma só noite 137 dos seus cerca de 500 habitantes, bem como 41 dos 80 Dragões Púrpura. O trabalho árduo acabou reduzindo sentimentos de tristeza, uma vez que não havia tempo para lamentar.
Na manhã do dia seguinte, já em posse das informações de Sneflin (o gnomo), a respeito dos túneis escavados sob o reino dos paladinos e das informações extraídas por Ansis do espírito da Drider, Dayreth manda uma mensagem a Urias que promete tomar providências.
O grupo então se despede de Zenion, o comandante, que afirma que irá enviar cartas de recomendação dos heróis a Cormyr, o que facilitará a vida dos mesmos, caso decidam ir para lá um dia. Depois disso, finalmente a viagem com destino a Portão Ocidental é retomada.
6 dias nas estradas e o grupo chega a Portão Ocidental, e uma vez lá, por insistência de Ansis e Harus, se dirigem à Catedral da Última Passagem, a maior igreja de Kelemvor nos Reinos. Lá são recebidos por Voarbane, o clérigo que substituiu Naeron Halighast desde seu desaparecimento.
Ansis e Harus são melhor informados sob a situação do grande Patriarca do Deus da Morte, bem como da condição de Esquecimento na qual o avenger se encontra.
Depois disso os heróis decidem ir à Estalagem da Última Esperança, e lá se apresentam a Gwin, que os guia até um covil dos Protetores, e lá se encontram com um dos membros, um meio-orc, corpulento e ríspido, de nome Úgrok.
Depois de um detalhado interrogatório por parte do meio-orc, o grupo é finalmente aceito no esconderijo. Úgrok então se põe à disposição para ajudar, na medida do possível.
Os heróis pedem acesso a rituais, Residuum e um navio para partir para os Vales, mas são surpreendidos com a notícia de que os portos estão fechados por tempo indeterminado, pelo avistamento de serpentes marinhas.
Sem poder partir, todos então decidem treinar, para refinar sua técnica, recebendo ajuda de instrutores capazes.
Ansis e Harus, vão para a Catedral de Kelemvor na qual recebem todo o auxílio necessário.
Bogardan é auxiliado por um clérigo de Corellon, de nome Glorin, também membro dos Protetores.
Dayreth tem acesso a uma biblioteca, onde é ajudado por Ithriel, meio-elfo mago.
Gauthak parte em companhia de um druida, de cabelos e pelos corporais grisalhos de nome Silver Fucking Fur, para treinar nos ermos.
K´rak vai para o submundo de Portão Ocidental, treinar sozinho.
Meddrash é auxiliado pelo próprio Úgrok.
Vinglit treina com discípulos de seu mestre, conhecidos como os Quatro Monges do Trovão - Chan, Chen, Chin e Chon, os mesmos 4 andarilhos que o grupo havia encontrado na estrada.
Depois de uma semana de árdua prática, finalmente todos se sentem mais aptos a trilhar um novo caminho...
Feito isso, o grupo vai procurar Úgrok, que diz ter encontrado uma possível solução para que os heróis possam partir de navio. A guarda, que no momento está desfalcada de vários membros que partiram atrás das serpentes marinhas, tem 2 missões na qual necessitarão de ajuda, uma envolvendo o ataque de gigantes á fazendas e outra mortos-vivos. Caso cumpram uma delas, além de um prêmio de 2000 gp, poderão pedir um favor ao Conselho dos Lordes, e quem sabe partir de navio.
Depois de uma calorosa discussão o grupo decide que o melhor é cumprir as 2 missões, mas primeiro a que envolve os gigantes.
Os heróis então decidem partir no dia seguinte, mas antes de o fazerem são conduzidos por Ansis à Catedral de Kelemvor, onde o Deva realiza uma cerimônia que termina com a morte de Harus, e o nascimento de Turenor (Renascido de Kelemvor).
O avenger descobriu que Harus Mortarion é na verdade um título dado aos assassinos de Shar, deusa da escuridão, e então pede ao clérigo que o batize com outro nome.
Após o batismo, todos partem em direção às fazendas atacadas, às quais chegam após 1 dia e meio de caminhada. Em uma fazenda o grupo descobre ossadas de animais e humanos ao lado dos restos de uma fogueira, mas as pegadas indicam haver apenas 1 gigante envolvido.
Continuando a busca, o grupo chega a uma segunda fazenda recém abandonada e segue os rastros ainda fresco do grandalhão, e acabam por alcançá-lo.
A criatura não parecia disposta ao diálogo e carregava um saco cheio de pessoas ainda vivas, então os heróis partem para mais um combate, vencido sem muitas dificuldades.
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